Continuação da instabilidade e indefinição na aplicação da Lei 56/2012 |
![]() |
![]() |
Quarta, 30 Abril 2014 15:07 |
Se em relação aos trabalhadores já transferidos, na 1ª fase, o processo levantou inúmeras dúvidas devido à definição e aplicação dos critérios no seio dos trabalhadores envolvidos, para esta 2ª fase a apreensão é ainda maior, uma vez que não se conhecem os critérios específicos e objetivos, que vão determinar a transferência para as JF’s destes trabalhadores. Em reunião realizada no passado dia 28 de Abril, entre o STML e a DMRH, que contou com a participação do Sr. Vice-Presidente da CML, também responsável pelo pelouro dos RH, não surgiram esclarecimentos suficientes sobre esta questão. O Vice-presidente fez uma cronologia desta fase do processo, baseada no voluntariado e na consensualidade que terá o seu epílogo em meados de Junho. O STML manifestou a sua oposição a todo o processo de desmembramento dos serviços da CML, constatando que o município será esvaziado em toda a área social, desportiva e de educação, exigindo uma clarificação e densificação dos critérios a aplicar aos trabalhadores envolvidos. Tendo o STML conhecimento de que centenas de trabalhadores, nalguns departamentos, como é o caso do Departamento de Educação e Desporto, estão identificados como potencialmente transferíveis, assegura que se baterá pela total transparência na seleção dos trabalhadores a transferir e na definição dos critérios a adotar pela autarquia, disponibilizando-se a acompanhar todos os trabalhadores neste opaco processo e a apoiar juridicamente os associados do STML. A Direção do STML |