Reunião Geral de Trabalhadores da CML |
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Quinta, 02 Maio 2013 12:50 |
8/Maio 09H30 - Cinema São Jorge 23H30 - Refeitório dos Olivais
Em Março, depois do grande protesto que se realizou da Praça do Município até ao Largo do Intendente, o STML foi recebido finalmente pelo presidente da CML, onde se confirmaram algumas das nossas piores expetativas. António Costa reafirmou inequivocamente, a sua vontade política em transferir meios humanos e materiais para as juntas de freguesia. Neste sentido, serviços municipais como a lavagem e varredura; a gestão de equipamentos desportivos e culturais; escolas e jardins-de-infância; mercados e feiras; jardins e gestão do espaço público entre muitos outros, podem ver as suas missões sob a tutela de uma qualquer junta de freguesia. Neste quadro devemos considerar a hipótese nunca abandonada pelo presidente do município, da entrega da recolha dos resíduos sólidos a uma empresa intermunicípal. Por inerência, também os trabalhadores afetos quer à remoção quer à reparação de viaturas, podem estar sujeitos a uma eventual transferência por cedência de interesse público para o referido projeto intermunicipal. Com a transferência destas competências, seguir-se-ão os trabalhadores que hoje sustentam estes serviços municipais, aliando todos aqueles que hoje estão afetos aos serviços denominados de ‘transversais’, como os recursos humanos, contabilidade, tesouraria e outros. Damos enfâse aos sectores profissionais que envolvem um elevado número de assistentes técnicos e técnicos superiores, claramente envolvidos pelo Presidente na sua estratégia de esvaziamento da autarquia. Ao presidente António Costa, questionamos sobre quais as garantias no que diz respeito à salvaguarda dos direitos e remunerações dos trabalhadores? A resposta foi cinzenta e em nada nos tranquilizou. Neste momento, os trabalhadores da CML devem interrogar-se sobre se estão disponíveis:
São algumas questões sobre as quais todos devemos refletir e, no dia 8 de Maio no Cinema de São Jorge, decidir coletivamente o que estamos disponíveis a fazer, no sentido de evitar a desregulamentação radical da nossa vida profissional, pessoal e familiar e, em última instância, travar a aplicação, disfarçada ou não, da mobilidade especial e/ou geográfica.
Não aceitamos a forma como este processo está a ser tratado pela CML! Exigimos ser ouvidos! Exigimos que respeitem os nossos interesses e justas aspirações!
Dispensa ao abrigo da Lei n.º 59/2008 para todos os trabalhadores da CML, independentemente do vínculo laboral, das 08h30 às 12h00 para o período diurno e das 22h30 à 01h00 para o período noturno.
Esta luta é de todos e todos devem estar informados e mobilizados! Não vires costas à resolução dos teus problemas! |